Já há algum tempo, eu venho estudando práticas de governança para projetos SOA, em especial o ITIL na versão 3 para definição das cadeias de responsabilidades, processos, políticas e métricas a serem adotadas em um projeto do governo federal.
Dessa forma, eu gostaria de compartilhar um pouco do meu aprendizado, e quem puder contribuir com algo mais, é sempre bem vindo.
Então, para quem não conhece, o ITIL (Information Technology Infrastructure Library) consiste em uma coleção de "Melhores Práticas", integradas, baseadas em processos, para gerenciamento de serviços em TI.
Não confunda: Serviços em ITIL não quer dizer a mesma coisa que serviços na SOA. Porém, serviços na SOA também serão entregados via TI, e consequentemente, o ITIL pode ajudar.
Na sua versão 3, o ITIL foi estruturado em cinco pilares básicos:

2. Service Design: Que tem como foco o projeto de soluções em termos arquiteturais, tecnológicos, pessoas e processos. Alguns aspectos chaves: Gerenciamento do Catálogo de Serviços, Continuidade, Segurança, Definição de SLAs, dentre outros.
3. Service Transition: Que inclui processos como gerenciamento de mudanças, gerenciamento de configurações, releases, planejamento de testes.
4. Service Operation: Que tem seu foco em manter os serviços “rodando”, isto inclui Gestão de Incidentes, Gereciamento de problemas e Gestão de acesso.
5. Continual Service Improvement: Melhoria Continua. Isto inclui, Mensuração de Serviços e SLAs.
Com um estudo mais aprofundado do ITIL v3, podemos perceber que ele tem compartilhado para a disciplina de Service Strategy e Continual Service Improvement, boas práticas do BPM (Business Process Management), e para as demais disciplinas, a gestão do potifólio de serviços que irão compor as Composite Applications na visão de uma arquitetura SOA.
Abraços.
Nenhum comentário:
Postar um comentário